29/04/11

EBD: A importância dos dons espirituais

“Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes” 1 Co 12.1

O Movimento Pentecostal defende a atualidade dos dons espirituais desde o avivamento da “Rua Azuza” em Los Angeles, Califórnia, em 14 de abril de 1906, quando o genuíno fogo pentecostal incendiou os Estados Unidos promovendo o maior avivamento dos últimos tempos. Graças ao impacto do “dom do Espírito” na igreja americana, dois jovens suecos que lá residiam, Daniel e Gunnar, inflamados pelo ardor pentecostal atenderam a chamada divina e partiram em direção a Belém do Pará para implantar a doutrina pentecostal em solo brasileiro.

Neste clima de avivamento estudaremos neste domingo a “Importância dos Dons Espirituais”, inteirados de sua relevância para a igreja hodierna.

Portanto, no desejo de contribuir para a compreensão deste tema tão sublime, deixo minha singela contribuição aos alunos e mestres da Escola Bíblica Dominial.

 

1. Os Dons Espirituais

Paulo comparou a Igreja a um corpo ligado à cabeça, que é Jesus, que garante o funcionamento perfeito do corpo. Neste contexto o Espírito Santo por meio dos dons promove a edificação do corpo, fortalecendo os crentes individual e coletivamente.

Em o Novo Testamento o termo grego aplicado para “dom” é charisma, que significa “dom de graça, dom envolvendo a graça”. Literalmente Deus é o doador dos dons aos crentes fiéis, por meio da operação do Espírito Santo na igreja.

Os crentes são instrumentalizados pelo Espírito Santo na manifestação do poder e sabedoria do Senhor mediante a operação dos dons no seio da igreja, recebendo gratuitamente a dádiva da graça divina para o que for útil.

Este princípio é conhecido como “o princípio encarnacional”, fundamentado na tese que “Deus opera através dos seres humanos”, pois é o Espírito Santo quem capacita o crente conferindo habilidades sobrenaturais na ministração dos dons espirituais.

 

2. A Classificação dos Dons Espirituais

Segundo Horton, renomado teólogo pentecostal, conforme 1 Co 12.8-10 “os dons estão divididos em três categorias de dois, cinco e dois dons respectivamente.”

Dons de Ensino (e pregação):

A palavra da sabedoria

A palavra do conhecimento

Dons do Ministério (à Igreja e ao Mundo):

Dons de curar

Operação de maravilhas

Profecia

Discernimento de espíritos

Dons de Adoração:

Variedade de línguas

Interpretação de línguas

 

3. A Utilidade dos Dons Espirituais

Os dons espirituais não são dados ao crente ao seu bel-prazer, usados quando o portador achar necessário. Era isso que estava acontecendo em Coríntios, o uso indevido dos dons estava causando rivalidades na igreja.

Paulo ensinou sobre os dons espirituais porque não queria que os irmãos fossem ignorantes, mas que conhecessem com clareza esses dons e seus propósitos: a edificação da igreja e a glória de Deus.

Em 1 Co 12.6, Paulo garante que “é o Espírito quem concede” o dom, pois como já vimos no tópico anterior, o dom é uma dádiva de Deus gratuita, cedida ao crente pela Sua soberania.

Os dons espirituais não podem se adquiridos por dinheiro, ou conquistados por mero desejo pessoal. É Deus quem os administra.

Há quem diga que os dons diferem em grandezas, ou seja, quem profetiza é maior do que quem fala línguas. Não há dom melhor do que outro, não há dom maior do que outro. A distinção entre eles é o resultado final, o tipo de edificação, se individual ou coletiva.

Um exemplo sobre a edificação individual está registrado em 1 Co 14.2 que diz: “Pois quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala em mistério.” Mas adiante o texto apresenta a importância da edificação coletiva: “ … pois, quem profetiza é superior ao que fala língua, salvo se as interpretar, para que a igreja receba edificação”.

O crente é edificado pessoalmente quando o Espírito Santo opera por meio dele a manifestação dos dons espirituais, promovendo a edificação coletiva de toda congregação, resultando finalmente em glórias para Deus.

 

Bibliografia:

HORTON, Stanley M. et al. Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 4. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal – Vol. 2. 1. Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

27/04/11

Festa de Mocidade em “Entrada” acontecerá sábado

O presbítero Jefferson Barreto, dirigente da Assembleia de Deus na comunidade de São José, a popular “Entrada”, estará realizando neste sábado (30), o XI Aniversário do Conjunto de Mocidade Filadélfia.

Segundo o dirigente, o pregador será o pastor José Ribamar, capelão da polícia milita em Natal-RN, e o cantor será Eligênio, de Mossoró.

A reunião vespertina vai acontecer no templo, porém o trabalho a noite será realizado na quadra de esportes da comunidade.

PROGRAMAÇÃO:

TARDE – 14h

Pregador: Pr. José Ribamar (Natal-RN)

Cantor: Eligênio (Mossoró-RN)

NOITE – 19h

Pregador: Pr. José Ribamar (Natal-RN)

Cantor: Eligênio (Mossoró-RN)

25/04/11

Pastor Enoque Oliveira segue firme na construção do novo Templo Sede da AD em Portalegre-RN

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No último dia 10, atendendo o convite do amado pastor Enoque Oliveira, fomos a belíssima cidade de Portalegre ministrar a Palavra do Senhor.

Acompanhado pela minha família e pelo casal Eliandro e Juliana, fomos muito bem recebidos pela família pastoral, que nos conduziu a um tour pela deslumbrante cidade serrana.

A Assembleia de Deus em Portalegre segue há 3 anos liderada pela pastor Enoque Oliveira de Melo, casado com a irmã Raquel B. de Melo, pai de Estephany Ruamma e Emilly Rebeca.

Pastor Enoque é filho estimado casal Alfredo Luiz e Eliete Maria, ele Pastor Supervisor do campo de Pau dos Ferros-RN.

A AD em Portalegre possui 4 congregações sob sua jurisdição, desenvolvendo um trabalho dinâmico naquela localidade.

Segundo o pastor local, “o trabalho está prosperando”, o templo sede tornou-se incapaz de acolher toda congregação, o que encorajou o Pr. Enoque a dar início a construção do novo Templo Sede assembleiano no município.

O templo novo está em fase de conclusão, porém boa parte da estrutura de cobertura foi adquirida, aguardando alguns detalhes para a continuidade da obra. O templo possui 9 metros de frente por 35 de comprimento, um total de 315m².

Além da nave, a infra-estrutura do templo comporta 4 banheiros, secretaria, tesouraria e um dormitório.

Breve postaremos mais notícias sobre o avanço da construção do templo da Assembleia de Deus em Portalegre.

 

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A crucificação de Cristo em anime

 

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22/04/11

EBD: Espírito Santo – Agente capacitador da obra de Deus

“E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.” Lc 24.49

O ministério do Espírito Santo é revelado nas páginas da Bíblia Sagrada em paralelo às operações do Deus Pai e do Deus Filho, atuando em toda Revelação em uma comunhão indescritível, do princípio ao fim daquilo que está registrado.

Estudar sobre a obra do Espírito de Deus é uma oportunidade de desvendar um pouco mais os mistérios da Terceira Pessoa da Trindade, o que resultará no fortalecimento da nossa confiança no Deus Espírito Santo, a partir da compreensão do Seu trabalhar em favor da obra de Deus.

Portanto, o resultado do nosso comentário é baseado naquilo que compreendemos sobre o atuar do Deus Espírito, esperando colaborar no ensino-aprendizagem dos alunos e professores da Escola Bíblica Dominical.

 

1. A obra do Espírito Santo no Antigo Testamento

No Antigo Testamento Sua presença é notória desde a criação, participando da formação do homem no Éden, atuando no convívio da sociedade pós-adâmica, quando a maldade, malicia e violência sobrepujou a benevolência divina, acarretando a fúria de Deus sobre os homens, submergindo o período noélico.

No Gênesis Sua manifestação é discreta, comparado a obra realizada a partir do êxodo hebreu do Egito, quando Moisés liderando o povo de Deus peregrinou no deserto por 40 longos anos, experimentando a providência e graça diária do Senhor Jeová, trabalhando por intermédio do Santo Espírito em favor do Seu povo.

Depois da morte de Moisés, Josué o sucedeu com o auxílio direto do Espírito Santo, avançando corajosamente em direção a “terra que mana leite e mel”.

Já alojados na “terra prometida”, as tribos depois da morte de Josué contava com a liderança dos juízes, homens e mulheres capacitados pelo Espírito do Senhor para julgar as demandas dos filhos de Jacó. Outra atribuição dos juízes era a de defender o povo de Deus, guerreando contra os inimigos de Israel na força do Espírito Santo.

Além dos juízes, alguns sacerdotes foram cheios do Espírito, homens de sabedoria espiritual, revestidos de autoridade divina.

Os reis, especialmente Davi e Salomão, governaram com eficiência graças à presença do Espírito de Deus sobre suas vidas, concedendo justiça, sabedoria, vitórias e muitas outras benesses.

Os profetas dentre todos os ministérios do Antigo Testamento é o que mais se destaca a operação do Espírito Santo, porque homens como Samuel, Elias, Eliseu, Isaias, Jeremias e Daniel, não apenas tinham sabedoria e previa o futuro, mas realizavam prodígios e maravilhas através do ministério do Espírito Santo em suas vidas.

A manifestação do Espírito Divino no Antigo Testamento foi esporádica e objetiva, demonstrando o poder de Deus através da dupla operação:

  • Como Espírito criador do universo;
  • Como Espírito dinâmico ou doador de poder.
  •  

1.1. Espírito criador do universo

a) Trabalhou na criação do universo - Gn 1.2; Sl 104.30

“E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.” Gn 1.2

O Espírito Santo “se movia sobre a face das águas”, atuando em conjunto com o Verbo de Deus na formação do mundo.

“Envias o teu Espírito, e são criados, e assim renovas a face da terra.” Sl 104.30

b) Inspirou a escrita do Antigo Testamento – 2 Sm 23.2; Is 59.21

“O Espírito do SENHOR falou por mim, e a sua palavra está na minha boca.” 2 Sm 23.2

“Quanto a mim, esta é a minha aliança com eles, diz o SENHOR: o meu espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se desviarão da tua boca nem da boca da tua descendência, nem da boca da descendência da tua descendência, diz o SENHOR, desde agora e para todo o sempre.” Is 59.21

Toda a escrita do AT foi inspirada pelo Espírito Santo aos santos homens de Deus do passado. Mediante a inspiração do Espírito do Senhor, os santos do AT foram capacitados a escrever o registro sagrado.

 

1.2. Espírito dinâmico ou doador de poder

No AT o Espírito Santo revestia de poder os santos do Senhor, potencializando-os para a realização do propósito divino. A teologia denomina este tipo de atuação como “comportamento dinâmico”, também conhecido como “extático”.

Esta experiência esporádica e momentânea produzia no indivíduo cânticos, choro, prostração ou até dança no Espírito.

Segundo Horton, “este comportamento dinâmico é visto como resultado da presença de Deus repousando sobre a pessoa”.

“Porém no arraial ficaram dois homens; o nome de um era Eldade, e do outro Medade; e repousou sobre eles o espírito (porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda), e profetizavam no arraial” Nm 11.26

A presença do Espírito Santo sempre visou um propósito específico de Deus. Outros exemplos da presença divina sobre os santos do AT:

c) Veio sobre a vida de José – Gn 41.38

d) Veio sobre a vida de Moisés – Nm 11.17

e) Veio sobre a vida de Josué – Nm 27.18

f) Veio sobre a vida de Otoniel – Jz 3.10

g) Veio sobre a vida de Gideão – Jz 6.34

h) Veio sobre a vida de Jefté – Jz 11.29

i) Veio sobre a vida de Sansão – Jz 14.6,19; 15.14,15

j) Veio sobre a vida de Saul – 1 Sm 10.10

k) Veio sobre a vida de Davi – 1 Sm 16.13; Sl 51.11

l) Veio sobre a vida de Elias – 1 Rs 18.12; 2 Rs 2.16

m) Veio sobre a vida de Eliseu – 2 Rs 2.15

n) Veio sobre a vida do profeta Azarias – 2 Cr 15.1

o) Veio sobre a vida de Zacarias, o sumo sacerdote – 2 Cr 24.20

p) Veio sobre os anciões de Israel – Nm 11.25

q) Conduziu Israel através do deserto – Ne 9.20,21

Vale considerar que o Espírito Santo vinha apenas sobre poucas pessoas no AT, não havendo nenhum derramamento geral do Espírito Santo.

Portanto, o Antigo Testamento é o retrato vívido da obra do Espírito Santo no meio do povo de Deus, instrumentalizando homens e mulheres para a realização do propósito do Senhor.

 

2. O Espírito Santo em o Novo Testamento

No relato de Lucas, o anjo Gabriel comunica ao sacerdote Zacarias, cuja mulher era Isabel, que ela teria um filho chamado João Batista, este seria cheio do Espírito Santo desde o ventre de sua mãe. Mas tarde, em visita a Maria, na pequena aldeia de Nazaré, o mensageiro angélico informa a virgem que o Espírito Santo desceria sobre ela, e ela conceberia um filho e seria chamado Filho do Altíssimo.

Desta forma o evangelista descreve a manifestação do Espírito Santo nas primeiras páginas do Novo Testamento, atuando ativa e continuamente na preparação e encarnação do Verbo.

O “médico amado” narra que aos 12 anos, Jesus interrogava os doutores em Jerusalém, sua inteligência causava admiração nos ouvintes. Jesus não era um adolescente comum, ele experimentava um crescimento distinto dos demais – “crescia em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homem”. Lc 2.52.

A sabedoria do Nazareno era do alto, era divina, uma dádiva do Espírito Santo.

A Bíblia narra que, anos mais tarde, quando João estava batizando no Jordão, Jesus foi batizado por ele, “o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu sobre ele [Jesus] em forma corpórea, como uma pomba…” Lc 3.21,22.

“Cheio do Espírito Santo, Jesus voltou do Jordão e foi levando pelo Espírito” para enfrentar as tentações do diabo no deserto. Passado 40 dias, o tentador foi derrotado, ausentando-se dele por um tempo.

A narrativa sagrada afirma que “Pela virtude do Espírito, voltou para Galiléia” (Lc. 4.14). Subindo até Nazaré, Jesus entrou num sábado numa sinagoga e levantou-se para ler. Abrindo o livro do profeta Isaías, disse em voz alta: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que mim ungiu…” Aqui Jesus revela a fonte do seu poder – o Espírito Santo – sobre a sua vida.

A presença do Espírito Santo na vida de Jesus é distinta de todas as experiências humanas, pois a relação de Cristo com o Espírito transcende sua existência encarnada, preexistindo na essência do Deus Trino e Uno desde toda eternidade, porém revelada gradualmente no ministério terreno do Filho de Deus, numa revelação (por enquanto) inacabada, pois seu ministério na Igreja de Cristo ainda está em atividade.

No livro de Atos, no capítulo 2, a promessa do derramamento do Espírito Santo predita pelo profeta Joel se cumpre no dia da festa de Pentecostes, revestindo 120 irmãos com o poder de Deus para a realização da obra da evangelização mundial.

É neste livro que o padrão da Igreja do Senhor é estabelecido, “tanto no sentindo evangelístico como no administrativo social”, segundo Severino Pedro.

O avanço do Evangelho através da obra missionária é desencadeado pela presença do Espírito Santo inflamando os crentes da igreja em Jerusalém. Com coragem e desprendimento os cristãos pregam a Palavra de Deus em todas as partes do mundo primitivo, e o Senhor coopera com eles por intermédio do Espírito Santo realizando sinais e maravilhas pelas mãos dos santos pregadores.

A nossa responsabilidade é pregar, a do Espírito é convencer “o mundo do pecado, da justiça, e do juízo” Jo 16.8.

Amém!

 

Bibliografia:

SILVA, Severino Pedro da. A Existência e Pessoa do Espírito Santo – O Espírito Santo é um Ser real que age e vive entre nós. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.

HORTON, Stanley M. et al. Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 4. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

WILLMINGTON, H. L. Dicionário de Referências Bíblicas. 3. ed. Rio de Janeiro: CPAD. 2006.

21/04/11

Plenário da 40ª AGO da CGADB regulamenta normas sobre União Estável e Divórcio

Texto na íntegra:

 

RESOLUÇÃO DO PLENÁRIO DA CGADB Nº 001/2011

Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, no uso de suas atribuições e de conformidade com o disposto no art. 3º, III, IV c/c o art. 8º, I, do Estatuto Social;

Considerando a existência de Ministros, membros da CGADB, em situação de Divorcio;

Considerando a necessidade dessa Convenção Geral em traçar normas que regulamentem a situação ministerial dos seus membros, no sentido de preservar e manter os princípios morais e espirituais que embasam a doutrina das Assembléias de Deus no Brasil;

Considerando que é dever dessa CGADB zelar pela observância da doutrina bíblica e dos bons costumes dos membros das Assembléias de Deus, em todo território nacional, sem prejuízo da atuação das respectivas Convenções Estaduais;

RESOLVE:

Art. 1º A CGADB só reconhece o Divórcio no âmbito ministerial de seus membros, nos casos de infidelidade conjugal, previstos na Bíblia sagrada e expressos em Mt. 5:31-32; 19:9, devidamente comprovados.

Art. 2º. As Convenções Estaduais deverão esgotar todos os esforços possíveis no sentido de promover a reconciliação do Ministro e sua esposa, antes de serem ajuizadas Ações de Divórcio.

Art. 3º. Esta CGADB não reconhece, no âmbito da vida ministerial de seus membros, a situação de União Estável.

Art. 4º. O Ministro, membro desta CGADB, divorciado nos termos do disposto no art. 1º. desta Resolução ou no caso, onde a iniciativa do divórcio partir da sua esposa (1 Co 7: 15), poderá permanecer ou não, na função ministerial, decisão essa, que ficará a cargo da Convenção Estadual da qual é filiado, facultando-se-lhe o direito de recurso para Mesa Diretora e para o para o Plenário desta Convenção Geral.

Parágrafo 1º. O Ministro, vítima de infidelidade conjugal por parte de sua esposa, poderá contrair novas núpcias, respeitados os princípios bíblicos que norteiam a união conjugal, nos termos da permissibilidade concedida por Cristo, em Mateus 5. 31 e 32; 19. 9, ficando cada caso a ser examinado e decidido pelas Convenções Estaduais.

Parágrafo 2º. Quando o Ministro der causa ao divórcio, a sua permanência ou retorno ao ministério dependerá de exame e decisão da Convenção Estadual, facultando-se-lhe ampla defesa, sendo-lhe também assegurado recurso para a Mesa Diretora e para o plenário da Convenção Geral.

Art. 5º. O Ministro, membro desta CGADB que acolher Ministro divorciado sem a observância do disposto na presente Resolução, será responsabilizado disciplinarmente, no âmbito desta Convenção Geral.

Art. 6º. Ficam os Presidentes de Convenções e demais membros desta CGADB autorizados a divulgar entre a membresia das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em todo o território nacional, o inteiro teor desta Resolução.

Art. 7º. Esta Resolução entrará em vigor na data da sua publicação no “Mensageiro da Paz”, órgão oficial de publicação dos atos desta Convenção Geral.

Art. 8º. Revogam-se a resolução 001/95, de 29 de Janeiro de 1995 e demais disposição em contrário.

Plenário da 40ª Assembléia Geral Ordinária da CGADB em Cuiabá(MT), 13 de abril  de 2011.

Pr. Esequias Soares da Silva

Presidente da Comissão Especial

Pr. Everaldo Morais Silva

Relator da Comissão Especial

Pr. Ricardo Moraes de Resende

Secretario Ad Hoc da Comissão Especial

 

Fonte: Altair Germano

17/04/11

AD IPE: 16º Aniversário do Conjunto de Senhoras “Heroínas da Fé” (noite)

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AD IPE: 16º Aniversário do Círculo de Oração (tarde)

A festa de aniversário de 16 anos do Círculo de Oração e do conjunto “Heroínas da Fé” aconteceu ontem, sábado, na Assembleia de Deus no IPE – Areia Branca.

Recebemos a visita de algumas congregações, acompanhadas pela respectiva liderança, entre elas: Desembargador, COHAB, Upanema de Cima, Pedrinhas, Casqueira I, Bom Jesus e Templo Sede.

A preleção ficou com a irmã Etânia, ladeada pela sua família, Pr. Joselito (AD em São Pedro) e os dois filhos.

Além dos conjuntos e das bandinhas, o louvor foi conduzindo ainda pelas cantoras: Vânia Belo, de Patu e pela irmã Suely, de Parnamirim.

Tributamos graças ao Senhor pela realização desta festividade.

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